
Sempre achei uma loucura surfar nos ônibus. Minha ignorância era tamanha que julgava quem preferia “embarcar” nos ônibus desse jeito de vândalos, insanos e irresponsáveis. Peço desculpas as essas pessoas por eu ter pensado assim. Finalmente, percebi o que eles queriam dizer. Para se andar de ônibus hoje, com algum conforto, temos que surfar. Peço a todos que seguem fielmente este blog que pensa na ideia com carinho. Só fui perceber essa incrível forma de “embarcar nos coletivos” , quando no dia 01/06/09 junto com os criadores do Blog, Diego Slow e Pedro Jauede, tomamos o buzu mais cheio de nossas vidas. Não havia lugar, desculpe a falta de educação, nem para as fezes de uma pulga, mas mesmo assim, ouvia, constantemente, a famosa frase “Dá um passinho pra trás, por que lá no fundo ta vazio”. Logo pensei: Como o órgão responsável pelo transporte coletivo não toma providências realmente satisfatórias para que essa triste realidade chegue ao fim, vamos adotar essa forma de viagem, para quem fica na porta totalmente esmagado e para as pessoas que não vão conseguir entrar no buzu, devido à lotação, conseguir realizar a viagem. Vou propor ao tal órgão regulador do transporte coletivo a criação de uma escada externa para as pessoas que não conseguirem adentrar no ônibus para a parte superior do mesmo para irem surfando. Penso eu, que isso poderia ajudar as pessoas, que trabalham o dia inteiro, a chegarem em casa mais cedo e não precisarem perder cerca quatro, cinco coletivos como estamos acostumados com as linhas do sentido Raja Gabáglia/ Centro para descansar um pouco no fim do dia. Afinal, também somos filho de Deus.
Texto: Leonardo Cunha(LEO)
A que ponto chegamos hein?!? Até esporte radical é preciso criar para contornar o problema dos ônibus. Eitá, ao jeitinho brasileiro aê! Rs...
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